segunda-feira, 17 de maio de 2010

Hotéis planejam o pós-Copa

Redes de hotéis, pousadas, albergues e outros meios de hospedagem estão se preparando para uma demanda duas vezes maior nos municípios que terão envolvimento com a Copa do Mundo, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih). No entanto, preocupados com o momento pós-Copa, especialistas estudam uma forma de crescer sem ficar fora da realidade da região. O país está atraindo investimentos internacionais para o setor. A canadense Four Seasons, conhecida como uma das redes mais luxuosas do mundo, pretende alavancar US$ 235 milhões no país nos próximos cinco anos.

A rede brasileira Slaviero, com 20 unidades, sendo 16 hoteleiras, um centro de convenções e três unidades do serviço Fast Sleep, repouso e banho em aeroportos, anunciou o lançamento de um projeto para revitalização de hotéis independentes. O objetivo da iniciativa é equipar e preparar esses empreendimentos para a demanda da Copa e aumentar a quantidades de hotéis que levam a bandeira da rede.

Esperamos credenciar mais 20 hotéis em em nossa rede. Nosso caminho não será ampliar a oferta, mas, sim, melhorar a já existente explica Santanna.

Já o hotel Sheraton Barra não pretende se expandir ainda mais. Segundo a gerente geral do Sheraton, Sintia Gomes, a estratégia será entrar no clima do evento, começando com a Copa da África.

Além dos funcionários vestirem camisas verdes e amarelas ao longo dos dias da Copa, o Lobby Bar dará um chope a cada gol que for realizado pela seleção brasileira anuncia Sintia. A intenção é já entrar no clima para a Copa do Brasil.

O diretor do Departamento de Financiamento e Promoção do Investimento do Ministério do Turismo, Hermano Carvalho, destaca que depois de passar a Copa da África os olhos do mundo se voltarão para cá.

A copa é um evento midiático. Tem efeitos crescentes declara Carvalho.

Segundo Hermano, há uma série de linhas de financiamento destinadas a suprir as necessidades do setor de hoteleiro. Em fevereiro, foram lançados os Fundos Constitucionais de Financiamento (FCOs), com cerca de R$ 1 bilhão. Cerca de três cadeias hoteleiras já estão em processo e outras devem se interessar ao longo do tempo, disse


Data: 17/05/2010 - 11:16
Fonte: Jornal do Brasil

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