segunda-feira, 18 de julho de 2011

Apesar de ser uma noticia de nossos patricios portugueses, vale a pena a indicação

AHP diz que assaltos a hotéis são demolidores para imagem turística do país


A presidente da Direcção Executiva da Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), Cristina Siza Vieira, considera que o “crime organizado em hotéis é demolidor para a imagem de um destino turístico”, apesar de defender que não existem “razões para alarmismos”, uma vez que o número de assaltos a hotéis nacionais é pouco significativo. 
De acordo com declarações da responsável à Lusa, “o fenómeno é preocupante e deve ser prontamente atacado”, defendendo “um trabalho coordenado das forças de segurança e dos hoteleiros”, uma vez que está em causa a imagem de Portugal enquanto destino turístico seguro. 



Cristina Siza Vieira considera que não basta dizer “que há baixos índices de criminalidade, é necessário também haver uma percepção de segurança, feita sobretudo de haver polícias nas ruas e de o turista se sentir seguro nos hotéis”. 
Desta forma, a responsável defende o reforço do policiamento das zonas balneares, bem como “algum investimento dos hotéis em segurança privada, permitida por lei, e a existência de câmaras de segurança nos locais públicos, como os átrios”. 

A Direcção Nacional da PSP explicou à Lusa que os assaltos a estabelecimentos de hotelaria “são pontuais, não correspondendo a qualquer fenómeno criminal”, enquanto a GNR diz que, desde o início do ano, foram registados apenas cinco assaltos a hotéis, nomeadamente um no Algarve (Janeiro), um em Palmela (Junho) e, já em Julho, um no Algarve (Albufeira) e dois em Setúbal (Vale Torres e Azeitão).


“São números relativamente baixos e que demonstram que não se trata de uma situação descontrolada”, sublinhou fonte da GNR à Lusa, ressalvando que “tem havido uma colaboração excelente entre a GNR e a Polícia Judiciária (PJ) para combater estas situações”. 
Para a GNR, existe uma tendência para que a criminalidade se desloque para as zonas turísticas por serem locais onde se concentram mais pessoas, bens e dinheiro, mas as forças de segurança estão atentas ao fenómeno, tendo a GNR já procedido a um reforço de 82 efectivos no Algarve e colocado recentemente mais 180 elementos no terreno. 
I.M.


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