sexta-feira, 8 de julho de 2011

Revista Hoteis - Hotéis dos sonhos que se transformaram em pesadelo em São Paulo


Um gigantesco casarão abandonado com paredes manchadas pela umidade e com o mato crescendo em volta, próximo ao Parque Burle Marx, chama a atenção até mesmo de motoristas que trafegam em alta velocidade pela Marginal Pinheiros, em São Paulo. Neste local ficaria o Palácio Tangará, o que seria o mais luxuoso hotel da cidade de São Paulo e talvez do Brasil. A obra paralisada desde 2002 tem como sócios a Birmann Engenharia e a PREVI — Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil e foram consumidos cerca de US$ 40 milhões na aquisição do terreno e no estágio atual das obras. “O objetivo era construir o hotel mais luxuoso e elegante de São Paulo, onde arquitetura, serviço e alta cozinha seriam traços marcantes de uma experiência hoteleira única, um verdadeiro oásis de tranqüilidade na movimentada São Paulo, inserido em um parque de 150 mil m2 de verde da mata atlântica. Haveria a sofisticação em todo conceito como os espaços amplos, onde a área média dos 126 quartos é de 95 m2, pé direito de 3,25 m e em detalhes como o telhado de cobre com estrutura de isolamento acústico e térmico”, revela Rafael Birmann, Diretor presidente da Birmann Engenharia que detém 51% das ações do empreendimento e os 49% pertencem a PREVI.

Segundo Birmann, as obras foram paralisadas quando deixou de ser concluída a assinatura do contrato de administração com a Four Seasons, contrato este que estabelecia também o financiamento da conclusão do hotel. “A falta de uma equação de financiamento levou a paralisação e com o impasse da paralisação estabelecido, todos os envolvidos iniciaram processo, que perdura ate hoje, de busca de uma equação negociada, pragmática para a conclusão do projeto que dever exigir cerca de US$ 20 milhões para a conclusão”, destaca Birmann.

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