domingo, 16 de junho de 2013

A ditadura disfarçada de democracia.

por Cezar Nogales
Consultor Hoteleiro
contato@snhotelaria.com.br
Para aqueles que andavam dizendo que este que vos escreve é louco, ou é contra o governo, ou até mesmo de que não há coerência no que escrevo, apresento a gota d’agua para aqueles que ainda acreditavam que vivemos em uma democracia capitalista.












As palavras do ministro Aldo Rabelo foram as seguintes: "aqueles que pensam que podem abusar dos consumidores precisam saber que a mão pesada do Poder Público vai agir e pode até ter hotel fechado por causa disso". E se isto não é uma demonstração de Ditadura, é de fato uma demonstração do fascismo/comunismo que enraíza o país desde as diretas já.

Logicamente temos de aplaudir a sociedade, pois foi a sociedade civil que permitiu que uma atrocidade sem tamanho fosse instalada no Brasil, afinal de contas, fomos nós que permitimos a estes funcionários públicos fazerem o que quiserem em nome do apadrinhamento e em nome do lucro fácil e se de fato estivéssemos em uma democracia capitalista o principio dela é de que o mercado se acomoda sozinho de acordo com a oferta e a procura, afinal de contas, se ninguém quiser pagar mais caro, ninguém vai poder cobrar mais caro, adicione a isto os recentes protestos contra o aumento das tarifas de ônibus e “bum” temos um país em guerra civil contra uma ditadura mascarada de democracia, afinal de contas ninguém tem mais o direito de ir e vir e nem de comercializar seus produtos e serviços como quer.



Não fugindo do que já ocorreu na história, o partido nazista na Alemanha fez o mesmo, e é jocoso a reportagem comparar com Berlim 2006, parece que o reportes quis dar uma mensagem subliminar para que todos acordem e lembrem-se da segunda guerra mundial. De fato, quando Hitler assumiu o poder na Alemanha, o país que estava afundado em dividas e problemas se levantou e obviamente são poucos os livros de história que demonstram que o governo alemão criou normas e procedimento para todos os empresários antes de fechar o congresso e detonar a guerra, ipso facto é que vemos no Brasil os mesmos movimentos, com o advento da copa e das olimpíadas e com a desculpa de melhorar os serviços, foram criadas normativas para todas as funções no turismo e principalmente na hotelaria, e agora quem duvida de que o governo vai cobrar todas estas normativas, fechar os hotéis (após a copa) e ainda prender alguns empresários? Isto só não vai ocorrer se dermos o nosso basta, seja junto com os protestos atuais, seja de outra forma o fato é de que o estado Ditatorial Fascista/Comunista já está tomando forma, apesar de que ele já está instalado, ainda não mostrou a sua verdadeira face.




O país não passa vergonha por conta de sua população, e nem passa vergonha por conta de seus hoteleiros que em sua grande maioria são independentes, e nem passa vergonha por conta de seus atrativos turísticos, o Brasil passa vergonha por conta dos sem-vergonhas e mafiosos que estão em nossos governos, e tenham a certeza de que não elegemos a nenhum deles, já que nossas urnas eletrônicas não são aceitas nem no Peru, pois os eleitores de lá perceberam que são amplamente manipuláveis, logo, nossa força politica como povo foi usurpada e não escolhemos de fato quem serão nossos representantes. O país passa vergonha por conta destes malandros que lá estão já que um país que tem 40% de seu PIB em impostos, um país que não tem transporte, não tem saúde adequada, não tem escolas adequadas, não tem segurança adequada e arrecada essa quantidade em tributos só pode ser porque seus governos são corruptos, basta ver a colocação mundial do país nestes quesitos e comparar com os países que tem a mesma carga tributária.


De fato nos tornamos um país de bananas e a garotada que está na rua já acordou e o que está fazendo falta para que nós acordemos também? A questão é simples, o dia em que as botas do fascismo/comunismo estiverem na sua cara, de nada vai adiantar olhar pra mim em busca de socorro, porque eu te avisei com antecedência, Está na hora de levantar a bunda da cadeira e fazer o que é certo pela nossa consciência e pelo futuro de nossos filhos.

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